Acorda cedo e já sente o barulho das motos que passam na rua principal. O som das conversas nos cafés se mistura com o vai?e?vem dos turistas que chegam para curtir a praia. Não tem muito silêncio aqui; o ritmo é constante, mas não chega a ser ensurdecedor. Se você prefere um lugar onde o som da cidade some depois do pôr?do?sol, aí fica mais difícil achar paz no Mangue.
As ruas são estreitas e cheias de calçadas irregulares. Tem uma mistura de casas antigas com alguns prédios de poucos andares. Muitas delas têm árvores espalhadas ao longo da calçada ? coqueiros e algumas palmeiras dão sombra nos dias quentes. Não é um parque gigante, mas dá pra caminhar e sentir um pouco de verde sem precisar sair do bairro. Leva uns cinco minutos para chegar à Praça da Igreja, onde há bancos e um pequeno jardim que costuma ficar mais tranquilo ao fim da tarde.
O perfil dos imóveis varia entre apartamentos compactos e casas geminadas com dois ou três quartos. Os aluguéis costumam ser mais altos que nas áreas mais afastadas porque tudo fica a poucos passos da orla e dos restaurantes. Tem opções com varanda que dão vista para a rua movimentada; quem busca mais privacidade costuma escolher unidades nos fundos ou nos últimos andares.
No tempo livre a galera costuma andar de bicicleta pela ciclovia que contorna o bairro ou sentar em um dos bares à beira-mar para tomar uma caipirinha. Também rola jogar vôlei na areia ou fazer trilha curta até o Mirante da Ponta da Lagoinha ? dá pra ir a pé e leva uns dez minutos. Se a ideia é trocar o agito do centro por algo mais calmo, vale dar uma olhada nas redondezas do Mangue antes de decidir mudar de vida.
Sucesso!